12 de agosto de 2011

Adaptação na Escolinha

Acredito que na maioria das vezes a adaptação é da mãe e não do bebê. Pois bem, neste caso não foi diferente.
A adaptação da Lalá ou melhor a minha, começaria 13 dias antes do meu retorno ao trabalho (praticamente 2 semanas). Eu mesma escolhi a data, dia 05 era uma terça-feira (não queria que fosse logo uma segundona), na 2º semana seria feriado na terça-feira, então a Lalá poderia ficar em casa segunda e terça matando minha saudade. Realmente seriam 4 dias na 1º semana e 3 dias na outra.
Lembro-me do sentimento de não poder mais dar o banho, trocar todas as fraldas, as refeições e tinha medo de não poder acompanhar ela tão de perto quanto antes. Uma amiga me disse que o importante seriam os momentos em que estaríamos juntas, seriam mais intensos. Este sentimento doía muito, chorei várias vezes.
Comecei a arrumar os pertences, travesseiro, 1 brinquedo, a mala com roupas, fraldas, lenços umedecidos. Tudo pronto e com muito carinho, queria que ela se sentisse orgulhosa, rsrsrsrs. As mamadeiras encomendei etiquetas que não saem na água ou com aquecimento (depois faço um post sobre).
No primeiro, dia deixei ela por 1h, quase morri, chorei muito e fui em uma loja de bebê comprar roupinhas. No segundo dia ela ficou 2h, fui comprar sapatos (meu pé cresceu na gestação) e chorei com a vendedora (rsrsrsrs). No terceiro dia a Lalá ficou 4h, foi a primeira vez que voltei para casa sem ela, estava muito triste, tirei 1 frasco de leite (peito) e fui ao shopping comprar roupa para meu retorno ao trabalho, comprei para ela. No quarto dia, sexta-feira, mais 4h na escolinha, sai novamente para ver se dessa vez conseguiria comprar alguma roupa e até que consegui, mas também comprei algumas coisas para ela.
Peguei a Pitica na escola eram 14hs. Ela estava dormindo, nunca dormia em casa, a informação era que ela estava super tranqüila, sendo assim eu também estava.
Chegamos em casa e fui dar o banho, estava cheia de bolhinhas, na hora pensei: "Catapora". Liguei para o pediatra e ele duvidou, mas estava no interior e não poderia examiná-la, esperei o papai chegar e fomos ao PS. Sim, era Catapora! Não poderíamos mais fazer a tal adaptação. Era só esperar o dia 18 (uma segunda-feira) e levá-la as 6:50 da manha na escolinha e voltar para a rotina. Affff.... Já imaginou como foi o meu primeiro dia de trabalho? Chorei o dia inteiro.
Acreditem, tudo melhora depois de um certo tempo e você acaba se acostumando. Sei muito do dia da minha filha, tenho uma ótima relação com as “tias” do berçário e é bom ver que a Pitica gosta bastante delas, não igual gosta da mamãe, ainda somos eu e o papai os amores dela, mas gosta bastante das tias. Ainda fico triste na hora de deixá-la, hoje quem leva é o papai, mas vejo que ela fica feliz e já tem amiguinhos. Que orgulho!

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